Salvador: 459 anos de injustiças sociais

Por Erick Issa e Luide Farias

No dia 29 de março de 2008, a capital baiana completou 459 anos. Desde que Tomé de Sousa chegou ao porto da Barra, em 1549, para fundar a bela Salvador, a cidade passou por variados processos, desde a escravidão até a urbanização. Apesar de toda transformação à qual Salvador foi submetida, parecemos estar fadados às desigualdades e misérias sociais. Clique aqui e leia mais…

O problema do negro ontem e hoje: da Antropologia criminal ao toque do berimbau

Isac Coelho Sousa (1)

O chamado “Projeto UNESCO” – realizado nos anos de 1951 e 1952 – não apenas abriu um caminho novo no sentido de apontar um vasto e diversificado quadro das relações raciais no Brasil, mas possibilitou o surgimento de novas leituras, situadas na problemática, das grandes mudanças que ocorriam no interior da sociedade brasileira, que estava imersa em uma passagem acelerada da sociedade tradicional (ainda com resquícios coloniais, baseada na economia plantation-exportador) para o processo de modernização capitalista. Clique aqui e leia mais…

Dignidade espancada

por Murilo Gitel

“Violência é o estado em que os seres humanos são tratados como objetos ou coisas”. A definição é da filósofa Marilena Chauí e tem muito a ver com a nossa realidade. É que a violência contra as mulheres em Salvador tem crescido assustadoramente nos últimos anos. Só costumamos lembrar da agressão física, mas alguém já pensou que esses espancamentos também deixam grandes seqüelas que afetam a saúde mental das vítimas? Clique aqui e leia mais…

Vila 2 de Julho: passado e presente

por Antônio de Andrade*
Colaboradora: Alba Liberato*

Para conhecer a história da Vila 2 de Julho, é imprescindível situá-la no contexto histórico e social da Cidade de Salvador dos últimos 60 anos. Dentro desse contexto, tudo começou quando em 1944 se construía na Bahia a primeira estrada pavimentada com asfalto, material espetacular que os americanos nos enviavam para substituir o paralelepípedo, que seria em breve superado. Clique aqui e leia mais…

O prazer da leitura

por Bianca Rodrigues*

O que move toda a geração atual é a velocidade da comunicação, onde o acesso ao entretenimento e à informação é muito rápido. Conseqüentemente, a comunicação instantânea, sofre também com o mal que te fez crescer. Em pouco tempo tudo isso fica velho, sem eficácia, sendo por sua vez, descartado. Clique aqui e leia mais…

Arte X ignorância

Poliana Souza*

Os moradores do bairro Novo Marotinho, assim como em tantos outros, foram criados e educados com a cultura de que somente o que importa é barriga cheia; só trabalhar para comer, sem se importar com outras coisas, com outros valores que podem ajudá-los a se tornar adultos melhores, mais conscientes e mais humanos. Clique aqui e leia mais…

Gravidez na adolescência

Daniela Cruz*

A mídia mostra a todo momento como evitar as DST’S e a gravidez na adolescência, contudo é cada vez maior o número de meninas que já são mães em meu bairro, que agora tem que abrir mão de seus projetos em função de uma vida que agora depende dela. Pena que muitas vezes o pai da criança se abstém desta responsabilidade restando o apoio dos pais da menina, os quais acabam arcando com a criação de mais um “filho”. Clique aqui e leia mais…

O Subúrbio e o outro PDDU

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por André Araújo

Novas rodadas sobre o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano -PDDU estão acontecendo na Câmara Municipal de Salvadador e mais uma vez, o subúrbio ferroviário não entra na pauta do projeto enviado pela Prefeitura de Participação Popular. Volta e meia o Ministério Público entra com uma ação contra a falta de transparência na tramitação do projeto que continua sem a participação da sociedade. O detalhe maior é o prefeito pedir pressa na votação. Afinal, que participação a sociedade quer ter neste processo? A quem interessa este PDDU, João? Pra quê tanta pressa, João? Clique aqui e leia mais…

Questionamentos de uma vida

Por Lucas Rocha

A vida é eterna, não tem princípio e muito menos fim. Podemos considerá-la uma viagem. Os amigos queridos que nela fazemos, voltam para nós uma e outra vez, sem ponto final, nossas histórias se completam em uma trajetória circular, tornando-se infinita. A morte na verdade não é o fim, mas sim um outro começo, uma nova chance de fazer diferente, uma nova chance de fazer valer a pena. Mas falando em valer, o que na verdade vale a pena? Clique aqui e leia mais…